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terça-feira, 27 de março de 2012

Desentendimentos

   "É natural que o céu de qualquer relacionamento nem sempre seja tranquilo, particularmente quando são parceiros que comungam mais profundamente as expressões do amor, trabalhando em favor da família, mantendo a estrutura do lar e o equilíbrio dos familiares. Não obstante, as nuvens das incompreensões logo são aclaradas pelo sol da razão que chega através dos diálogos saudáveis, facultando o entendimento daquilo que permaneceu obscuro." Joanna de Angelis - O Despertar do Espírito.

   Ah os desentendimentos... algumas vezes nos tiram o sono. Principalmente no lar, entre aqueles que mais amamos.

   Nosso ideal é que sempre sejam tranquilos os relacionamentos, mas somos espíritos ainda em evolução, temos nossas inseguranças, nossos temores, nossas falhas. Pensamos diferente uns dos outros, porque somos seres individuais e únicos e isso, algumas vezes, gera conflitos, atritos entre aqueles que convivem no mesmo lar.

   A vida em família, o relacionamento conjugal como nos diz Joanna de Angelis no trecho acima nem sempre será um mar de rosas, a maior parte das vezes não  será. Mas caberá a nossa capacidade de amar e de compreender a manutenção e consolidação destes relacionamentos.

   Estamos todos no mesmo barco, espíritos em evolução, buscando o progresso através da compreensão de nós mesmos e do próximo. Necessitamos destes relacionamentos para crescer como espíritos imortais. É apenas através da convivência que evoluímos, sozinho não saímos do lugar, permanecemos estacionados em nosso egoísmo.

   O diálogo franco e aberto será sempre a melhor solução para qualquer desentendimento. Colocará os pingos nos is. O que não devemos é agir de "cabeça quente", na hora da raiva, pois a chance de colocarmos tudo a perder por uma bobagem é de 110%.

   Aguardemos o melhor momento, em que ambos estejam dispostos ao diálogo amigo e sejamos fraternos uns com os outros nesse momento. Pois muitas vezes necessitaremos da compreensão que hoje dispensamos ao outro. Somos imperfeitos, muito imperfeitos e precisamos compreender para sermos compreendidos, consolar para sermos consolados, perdoar para sermos perdoados e principalmente amar para sermos amados. (como diria Francisco, o de Assis)

Um comentário:

blogdovelhinho disse...

O ideal é que o mel - aquele da 'lua' - nunca se terminasse... O que ocorre é que muitas vezes ele se vai, ficam as luas, com suas fases e estas são 'de veneta'... A minguante é braba! Filosofia barata. Abraço, minha amiga!