Nova postagem no blog próximo sábado

domingo, 18 de dezembro de 2011

Recorre ao recurso divino da prece...

   Abrindo a esmo um pequeno livro de mensagens denominado "Luz nas Mãos" nos deparamos com linda mensagem, que julgamos digna de compartilhar com os amigos por sua simplicidade acompanhada de uma profunda sabedoria:
   "Nas horas que buscas conhecer a ti mesmo, recorre ao recurso divino da prece.
   Nas horas que buscas compreensão, para aceitar a partida de um ente querido de volta à morada espiritual, recorre ao recurso divino da prece.
   Nas horas que buscas entendimento e respostas para o convívio com o familiar difícil, recorre ao recurso divino da prece.
   Nas horas que buscas o silêncio, para a tranquilidade da tua paz interior, recorre ao recurso divino da prece.
   Nas horas que buscas o remédio curador para as tuas enfermidades, recorre ao recurso divino da prece.
   Nas horas que buscas o equilíbrio frente as ofensa e agressões recebidas, recorre ao recurso divino da prece.
   Nas horas em que a descrença em Deus tomou, de sobressalto, a tua fé adormecida, recorre ao recurso divino da prece, para retomares o rumo da vida e conquistares a jornada evolutiva do espírito."

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Reflexões

"Tempo - Que estamos fazendo com as horas ou minutos disponíveis para servir aos semelhantes?
Compreensão - Quantas são as ocasiões em que temos sofrido, em silêncio, acusações e pedradas gratuitas por amor à família ou à coletividade em que a Providência Divina nos situou?
Virtude - Que edificamos com as qualidades morais de que nos supomos portadores em favor daqueles que são considerados destituídos delas?
Títulos - Que valem os pergaminhos que ostentamos no alívio às inquietações e sofrimentos alheios?
Amizades - Que lucros auferem nossos companheiros menos felizes das afeições que alimentamos?
Recordemos nossas aptidões, conhecimentos e possibilidades, quaisquer que sejam, e estamos certos de que são também propriedades, muito mais importantes que as posses do ouro e terra, casas e jóias, pelas quais seremos naturalmente inquiridos por nossa atitude e procedimentos para com eles."
André Luiz Livro Sol nas Almas.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Andorinha mudando o mundo?

   "O prato frugal ao necessitado; a roupa ao companheiro de penúria; a pequena porção de remédio que doamos para aquele que está enfermo; a visita rápida ao desesperançado; o bilhete ligeiro ao desesperado; o minuto breve de tolerância; algumas poucas frases no diálogo construtivo; o silêncio caridoso diante do mal, são, conforme ensina Emmanuel, pequenas doações que podemos fazer e que modificarão o mundo para melhor." Forni - Enquanto Temos Tempo

   Lendo esse trecho lembrei-me da estória da Andorinha. Dizem que uma única andorinha não faz verão, mas creio que sem ela, sem a parte que a ela compete, o verão é que não seria o mesmo.

   Com a nossa parte, podemos sim melhorar o mundo, mesmo que seja o pequeno mundo ao nosso redor, entre aqueles que conosco compartilham esta encarnação. E se cada um fizesse apenas a sua parte, no seu pequeno mundo...

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O que cabe num abraço?

   Difícil descrever todos os sentimentos transmitidos através de um abraço, principalmente quando este abraço ficou guardado no coração por algum tempo.
   Foi emocionante rever e abraçar meu irmão Demétrios depois de cinco anos. Relembramos velhos e bons momentos da nossa infância.
   Ele partiu um menino em busca da vida e eu o reencontrei um homem que a encara com a coragem e a vontade de crescer e ser melhor a cada dia. Vejo um futuro cheio de mais vitórias e conquistas a sua frente.
   A saudade vai bater sempre, mas estaremos unidos pelas lembranças de nossa infância. Fica a certeza de que mesmo distante, ele está bem e é cuidado por um anjo, minha cunhada Giuliana.











 Fazendo uma zoeira na Decathlon










Tinha que ter um jogo do Inter, mesmo sub20. E a sorte continua ao nosso lado Inter 1x0 Flamengo











Uma corridinha!!!


Minha cunhada Giuliana







Meus queridos!!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Uma folguinha... pra matar uma saudade!!

"
A blogueira estará de folga do blog e fora alguns dias, mas a causa é justa. Estarei visitando meu irmão que está em São José dos Campos e que não abraço há quase 5 anos. E também preciso renovar essa foto aí do lado!! Até breve.... 

"Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue."

Ainda a propósito de Deus

"O senhor corrige:
a ignorância: com instrução;
o ódio: com amor;
a necessidade: com o socorro;
o desequilíbrio: com o reajuste;
a ferida: com o bálsamo;
a dor: com o sedativo;
a doença: com o remédio;
a sombra: com a luz;
a fome: com o alimento;
a fogo: com a água;
a ofensa: com o perdão;
o desânimo: com a esperança;
a maldição: com a benção;
Somente nós, criaturas humanas, por vezes, acreditamos que um golpe seja capaz de sanar outro golpe.
Simples ilusão.
O mal não suprime o mal."
Enquanto Temos Tempo - Forni

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Distantes de Deus...

   "Estamos extremamente distantes do entendimento de Deus, estamos perdidos quando ainda julgamos que ele castiga. Atribuímos ao Pai  os defeitos que ainda nos inundam a própria alma. Como somos capazes de castigar, achamos que Deus também castiga. Como somos capazes de exercitar a vingança, entendemos que Deus também se vinga. É o Deus fruto do nosso pouco entendimento. Desse deus que construímos erradamente em nosso entendimento limitado do que o Criador possa exatamente ser." Enquanto Temos Tempo - Forni
 
   Desde que o homem deu conta de si, acredita numa força maior que a tudo criou e que a tudo rege, e o entendimento desse ser supremo que denominamos Deus, assim como nós, evoluiu ao longo do tempo.
   Quando, ainda na Grécia antiga, nos povos politeístas, quando acreditávamos na existência de vários deuses,  um para cada poder da natureza, tínhamos o deus do sol (Apolo), a deusa do amor (Afrodite), o deus do mar (Poseidon), o deus do vinho (Dionísio), e assim por diante. Nessa mesma época os homens passaram a atribuir aos deuses qualidades e defeitos típicos dos seres humanos, portanto, os deuses eram vingativos, cheios de paixões, sensualidade e todas as demais características humanas.
   Na Roma também cultivávamos os deuses familiares, os antepassados, novamente deuses humanos, com suas virtudes e defeitos.
   Mais tarde, Moisés nos apresentou o Deus único, o Criador de tudo, aquele que deveria ser adorado, mas principalmente respeitado. Novamente atribuímos a este Deus características humanas, pois tínhamos um Deus ditador, vingativo, capaz de aniquilar a humanidade com um sopro de sua ira, beirando a crueldade, própria do ser humano. Mas a sociedade da época tinha a necessidade de que este deus fosse apresentado dessa forma, precisávamos de regras para aprendermos a conviver, e estas regras deveriam ser duras e as penas por não cumprí-las ainda mais duras, proporcionais a rudeza de nossos corações. Não nos encontrávamos preparados para um Deus mais espiritual.
   Certo tempo depois, veio o amantíssimo Mestre Jesus, mostrando toda sua humildade e doçura nos apresentar o Deus Pai, o deus de amor, o deus que perdoa e que proporciona novas chances, o deus que acolhe o filho pródigo, desgarrado e arrependido, o Deus que não condena, mas que proporciona o livre-arbítrio e as conseqüências, mas também o Deus que abranda essas conseqüências mediante o arrependimento e o trabalho no bem.
   Quase dois mil anos depois, veio a Doutrina Espírita, reacender a chama em nossos corações desse Deus amor, reafirmar as palavras do Cristo.
   Mas até hoje não conseguimos entender esse Deus amor que o Mestre nos mostrou, e nos nossos momentos de angústia e dor ainda nos julgamos vítimas da ira do Deus de Moisés, quando estamos apenas colhendo as conseqüências de nossa semeadura irresponsável. E o Deus Pai onde está nesse momento? Poderemos nos perguntar, de braços cruzados? Não, não, está de braços abertos, não apenas esperando a nossa retomada de consciência, mas agindo através de seus mensageiros, de nossos espíritos amigos, que nos intuem e nos auxiliam nos momentos difíceis a que retomemos a rédea de nossas vidas, a que retornemos ao caminho do bem e do amor, que deixemos de lado a revolta e a dúvida e que tenhamos a fé na vida e na bondade infinita de Deus, do Pai que a todos nos ama.
   Quantos de nós seríamos capazes de abandonar nossos filhos, condená-los eternamente sem chance de melhorar-se. Certamente poucos, para comprovarmos isso, basta olharmos a frente de uma penitenciária no dia de visita, estará cheio, de mães de pais, que mesmo sabendo culpados aqueles filhos criminosos, lá estão de braços abertos, orando e acreditando na sua reabilitação. Como podemos, a vista desse quadro, acreditar Deus incapaz de perdoar o filho perdido, o filho desorientado e até mesmo o filho criminoso, condenado eternamente ao inferno, sem a possibilidade de uma nova chance.
   Seria desacreditarmos de sua infinita bondade, e por ser infinitamente justo e bom, Deus nos proporciona novas chances através da reencarnação, mas isso já é assunto para uma nova postagem
   A pergunta primeira do Livro dos Espíritos nos traz a resposta maior: "Que é Deus? Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas". E nos comentários à questão 13 do mesmo livro, Kardec faz um resumo das características divinas, ainda insipientes em nosso entendimento, "É imutável, imaterial, único, todo-poderoso, soberanamente justo e bom."