Nova postagem no blog próximo sábado

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Um Santo Remédio... Gratuito!


 "O que você faz quando está com dor de cabeça, ou quando está chateado?
Será que existe algum remédio para aliviar a maioria dos problemas físicos e emocionais?
Pois é, durante muito tempo estivemos à procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doenças, que curasse nossa depressão e que nos aliviasse do estresse.
Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos laços afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.
Encontramos! O remédio já havia sido descoberto e já estava à nossa disposição. O mais impressionante de tudo é que ainda por cima não custa nada.
Aliás, custa sim, custa abrir mão de um pouco de orgulho, um pouco de pretensão de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.
É o abraço. O abraço é milagroso. É medicina realmente muito forte. O abraço, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doenças, curar a depressão, fortificar os laços afetivos.
O abraço é um excelente tônico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida é bem mais suscetível a doenças. O abraço diminui a depressão e revigora o sistema imunológico.
O abraço injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abraçada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abraço prolonga a vida e estimula a vontade de viver.
Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psicóloga americana, dizendo que se precisa de quatro abraços por dia para sobreviver, oito abraços para manter-se vivo e doze abraços por dia para prosperar.
E o mais bonito é que esse remédio não tem contraindicação e não há maneira de dá-lo sem ganhá-lo de volta.
*   *   *
Já há algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns veículos, um adesivo muito simpático, dizendo: Abrace mais!
Eis uma proposta nobre: abraçar mais.
O contato físico do abraço se faz necessário para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.
abraçar mais é um excelente começo para aqueles de nós que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.
Só quem já deu ou recebeu um sincero abraço sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.
Muitos pedidos de perdão foram traduzidos em abraços...
Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abraços.
Muitos sentimentos de saudade foram calados por abraços.
Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abraço.
Assim, convidamos você a abraçar mais.
Doe seu abraço apertado para alguém, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.
Pense nisso! Abrace mais você também."
Redação do Momento Espírita, com base em palestras de
 Alberto Almeida, na cidade de Matinhos, nos dias 29, 30 e 31 
de março de 2002 e no texto intitulado Um abraço, de autoria ignorada. 
 Em 07.06.2010.

domingo, 9 de junho de 2013

Agora que Estou Vivo


     "Prefiro que esteja comigo uns poucos minutos agora que estou vivo, do que uma noite quando eu morrer.
     Prefiro que segure suavemente a minha mão agora que estou vivo, e não apoie o teu corpo sobre mim quando eu morrer.
     Prefiro que me dê uma pequena flor agora que estou vivo, e não me traga um enorme ramo quando eu morrer.
     Prefiro que façamos uma oração ao Mestre agora que estou vivo, do que um culto cantado e celebrado quando eu morrer.
     Prefiro que me diga umas palavras de alento agora que estou vivo, do que um discurso quando eu morrer.
     Prefiro escutar um único acorde de guitarra agora que estou vivo, do que uma seleção triste de musicas quando morrer.
     Prefiro que me dedique umas palavras amigas e sinceras agora que estou vivo, do que um epitáfio na minha tumba quando morrer.
     Prefiro desfrutar de mais detalhes agora que estou vivo, do que grandes manifestações quando morrer.
     Prefiro escutar-te um pouco nervoso dizendo o que sente por mim agora que estou vivo, do que um grande lamento por não ter dito a tempo.
     Aproveitemos os nossos queridos e os nossos amigos, agora que estão entre nós.
     Valorize as pessoas que estão ao teu redor.
     Ame-as, Respeite-as, junte-se a elas… enquanto estão vivas, porque depois da morte tudo é desnecessário." Autor Desconhecido

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Sobre o Ressentimento

   "Não vale a pena deixar-se envenenar pelo ressentimento [...] os indivíduos que te foram cruéis - familiares, conhecidos, mestres - na infância e durante a vida, não tinham nem tem dimensão do que fizeram ou estão a fazer. Nem seque se aperceberam dos seus desmando e incoerências em relação a ti. A seu turno, sofreram as mesmas agressões, quando crianças, e apenas reagem conforme haviam feito outros em relação a eles.

   O teu primeiro passo será compreendê-los, considerando-os sem responsabilidade nem esclarecimento, sem má intenção em relação a ti.     Mediante tal recurso, os compreenderás e os perdoarás posteriormente, libertando-te.

   Arrancada a causa injusta do ressentimento, despertarás de imediato em paisagem sem sombras, redescobrindo a vida e desarmando-te em relação às outras pessoas com quem antipatizavas ou das quais te mantinhas em guarda.

   Ademais, o mal que te façam, somente te perturbará se o permitires, acolhendo-o. Em caso contrário, tornará à sua origem.

   Vive, pois, sem mágoas.

   Depura-te. Ressentimento, nunca." - Viva Mais - Izaías Claro

sábado, 1 de junho de 2013

Ternura

"Judas viajava com Jesus e os outros apóstolos. De repente Judas pergunta a Jesus:
- Senhor, porque os demais amigos não gostam de mim? Por que apresentam determinadas mágoas? Jesus olhou para o companheiro, triste, e silenciou. Continuaram andando.
Fazia muito sol e a poeira da estrada levantava com a brisa morna quando, de repente, à sombra de uma árvore, viram um poço cuja água vinha cristalina até a borda. Judas que estava muito atormentado, correu, dobrou-se sobre o poço, bateu as mãos e começou a refrescar-se.
À medida que ele se refrescava, as ondas sucessivas iam até o fundo e levantavam lodo.
Minutos após a água estava toldada.
Quando os companheiros chegaram com Jesus, ele disse:
- Ah! Senhor! Desculpe-me. Olha o que fiz! - Jesus sorriu melancólico e disse:
- Pois é, Judas. Há poucos instantes me perguntastes por que os companheiros não são muito simpáticos contigo e às vezes são agressivos. Neste poço, tu tens a resposta. Todo poço de água cristalina tem água no fundo. Todo mundo tem no coração um pouco de sujidade. Quando nos acercamos de alguém, devemos tratar esse alguém com muita ternura, para não lhe revolver a lama que está dentro. Se tu sorvesse a água com delicadeza, todos poderíamos beneficiar-nos, mas tua precipitação fez com que a água movimentasse a sujeira que estava em repouso e que ela viesse à tona." Conversando com Divaldo Pereira Franco II

     Em nosso egoísmo nato, mergulhados nas preocupações com o nosso eu, esquecemos, deixamos de lado o amor ao próximo, deixamos de nos preocuparmos com o próximo.

     Falta-nos empatia, a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro, compreender suas necessidades, sentimentos e angústias, dores, imperfeições.

     Procuremos compreender os ensinamentos do Mestre Amigo que sabia compreender sem julgar, aceitar e amparar.Tratemos a todos com ternura e compreensão, pois somos todos ainda errantes no caminho da perfeição.

      Trazemos no âmago de nós o melhor e o pior que podemos ser, mostremos o nosso melhor ao próximo, procurando despertar nele o que há em si de melhor também.

     O Mestre a todos tratava com ternura, mesmo frente aos algozes teve um gesto e uma palavra de amizade e compreensão. Se ainda não pudermos exercitar a ternura por aqueles que não nos querem bem, o façamos com os que dividem conosco o dia-a-dia. Inundemos de ternura as palavras e os gestos entre aqueles que dividem conosco o lar.

     Com algumas doses de ternura toda convivência se torna mais amena, suave, feliz.

     "A maturidade me permite olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranquilidade, querer com mais doçura." Lya Luft

sábado, 25 de maio de 2013

Reflexão

" A Natureza é minha Mãe.
O Universo é meu Caminho.
A Eternidade é meu Reino.
A Imortalidade é minha Vida.
A Mente é meu Lar.
O Coração é meu Templo.
A Verdade é meu Culto.
O Amor é minha Lei.
A Forma em sí é minha Manifestação.
A Consciência é meu Guia.
A Paz é meu Abrigo.
A Experiência é minha Escola.
O Obstáculo é minha Lição.
A Dificuldade é meu Estímulo.
A Alegria é meu Cântico.
A Dor é meu Aviso.
A Luz é minha Realização.
O Trabalho a minha Benção.
O Amigo é meu Companheiro.
O Adversário é meu Instrutor.
O Próximo é meu Irmão.
A Luta é minha Oportunidade.
O Passado a minha Advertência.
O Presente a minha Realidade.
O Futuro a minha Promessa.
O Equilíbrio é minha Atitude.
A Ordem é minha Senha.
A Beleza é meu Ideal.
A Perfeição é o meu Destino." Chico Xavier e Emmanuel

quinta-feira, 23 de maio de 2013

A Pureza da Resposta das Crianças...

     Em que parte do caminho perdemos essa pureza? Eu fico com a pureza da resposta das crianças...

     Um professor colombiano passou dez anos coletando definições de seus alunos e, como resultado, obteve um dicionário com verbetes ao mesmo tempo puros, lógicos e reais:

Adulto: Pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro dela mesma (Andrés Felipe Bedoya, 8 anos) - 'as crianças percebem nosso egoísmo'
Ancião: É um homem que fica sentado o dia todo (Maryluz Arbeláez, 9 anos)
Água: Transparência que se pode tomar (Tatiana Ramírez, 7 anos)
Branco: O branco é uma cor que não pinta (Jonathan Ramírez, 11 anos)
Camponês: um camponês não tem casa, nem dinheiro. Somente seus filhos (Luis Alberto Ortiz, 8 anos)
Céu: De onde sai o dia (Duván Arnulfo Arango, 8 anos)
Colômbia: É uma partida de futebol (Diego Giraldo, 8 anos)
Dinheiro: Coisa de interesse para os outros com a qual se faz amigos e, sem ela, se faz inimigos (Ana María Noreña, 12 anos) - 'muito boa essa'.
Deus: É o amor com cabelo grande e poderes (Ana Milena Hurtado, 5 anos)
Escuridão: É como o frescor da noite (Ana Cristina Henao, 8 anos)
Guerra:Gente que se mata por um pedaço de terra ou de paz (Juan Carlos Mejía, 11 anos) - 'perfeita definição'
Inveja: Atirar pedras nos amigos (Alejandro Tobón, 7 anos) - 'que grande verdade'
Igreja: Onde a pessoa vai perdoar Deus (Natalia Bueno, 7 anos)
Lua: É o que nos dá a noite (Leidy Johanna García, 8 anos)
Mãe: Mãe entende e depois vai dormir (Juan Alzate, 6 anos)
Paz: Quando a pessoa se perdoa (Juan Camilo Hurtado, 8 anos) - 'essa é a minha preferida'
Sexo: É uma pessoa que se beija em cima da outra (Luisa Pates, 8 anos)
Solidão: Tristeza que dá na pessoa às vezes (Iván Darío López, 10 anos)
Tempo: Coisa que passa para lembrar (Jorge Armando, 8 anos)
Universo: Casa das estrelas (Carlos Gómez, 12 anos)
Violência: Parte ruim da paz (Sara Martínez, 7 anos)

sábado, 18 de maio de 2013

Concessões


Exposição baseada no capítulo 'Concessões' do Livro da Esperança, espírito Emmanuel psicografia de Chico Xavier.
No dicionário concessão significa ato ou efeito de conceder, licença, permissão;  cedência de regalias.

Se pararmos para pensar no que é concessão: uma licença, uma permissão, um empréstimo, um ato de confiança, de alguém que acredita em nós e que por isso nos concede algo, nos concede uma oportunidade, uma nova oportunidade...

Qual a maior concessão que recebemos? A vida, a oportunidade de uma nova encarnação, um ato de confiança do Criador na nossa capacidade de crescermos, de evoluirmos e de nos melhorarmos.

E o que temos feito dessa concessão de que fomos agraciados? O que temos feito das nossas vidas, dessa nova oportunidade de nos melhorarmos?

Se analisarmos as 24 horas de nosso dia verificaremos que passamos: 8 horas dormindo, 8 horas trabalhando, 4 horas estudando e outras 4 horas em outras atividades como lazer, família, etc.

Se analisarmos a hipótese de que viveremos 80 anos, isso significa que, passaremos: 30 anos dormindo, 30 anos trabalhando, 10 anos estudando e 10 anos em outras atividades.

Sabemos o quão necessário é o nosso repouso e nosso trabalho para que possamos viver na Terra e mantermos nossa família com o mínimo de conforto necessário. Sabemos também da importância do estudo, tudo aquilo que aprendemos levaremos conosco gravado em nosso espírito, devemos estar sempre aprendendo coisas novas, mantendo nosso cérebro ativo.

E as demais atividades que executamos por 10 anos de nossas vidas, como as estamos utilizando? Para estar com a família ou desperdiçando na frente da televisão? Para visitar um amigo enfermo ou estender à mão ao necessitado ou na conversa frívola sobre a vida alheia? Pra nos reconciliar com o desafeto ou para estimular ainda mais nossas desavenças? Para a festa regada a alcoólicos ou para nos engajarmos na tarefa do bem em alguma instituição?

Em diversos livros da literatura espírita e, principalmente em o Céu e o Inferno, um dos cinco livros da codificação espírita, podemos encontrar vários depoimentos de espíritos que se dizem infelizes e lamentam o tempo perdido em suas existências.

Emmanuel nos diz que a maior vergonha para o espírito desencarnado, quando retorna ao plano espiritual, consiste na tarefa não cumprida e nas tendências negativas não dominadas.

No livro da Esperança Emmanuel nos diz que “um empréstimo fala sempre da generosidade do credor que concede, mas revela igualmente, na contabilidade da vida, o bem ou o mal que se faz com ele.”

Quando reencarnamos recebemos o auxilio de benfeitores espirituais que nos auxiliaram na nossa programação e que acreditaram nas nossas promessas de esforço e melhora. Como será que nos apresentaremos frente a eles? De nada nos acusará a nossa consciência? Será que estamos empreendendo todo o esforço possível para não nos sentirmos envergonhados frente a estes espíritos amigos?

No livro Técnica de Viver Waldo Vieira no fala que “requisitamos ofícios de pai, mãe, esposa, filho, filha, irmão e irmã e tarefas múltiplas tituladas diversamente no quadro das missões de natureza moral. Recebidas as concessões, quando já nos achamos na oficina do mundo, não raro, ei-nos à caça de fuga, incapazes de aceitar o trabalho que nos pertence.”

Quantas vezes nos pegamos a lamentar o filho rebelde, o relacionamento difícil com este ou aquele familiar, as dificuldades financeiras ou no trabalho, esquecemos que tudo o que hoje colhemos foi plantado por nossas próprias mãos no passado e no plano espiritual escolhemos enfrentar esse percalços para evoluirmos e resgatarmos nossos erros.

Forni no livro Enquanto Temos Tempo nos aconselha: “Tudo na vida é uma questão de prioridade. Se não priorizamos as aquisições do espírito imortal, sempre estaremos a adiar tais conquistas.”

Analisemos quais são as nossas prioridades, o que estamos valorizando nesta vida, estaremos dando o devido valor ás conquistas do nosso espírito, trabalhando no bem, não apenas no nosso  próprio bem, mas no daqueles que caminham ao nosso lado?

Repensemos nossas prioridades, os verdadeiros valores, os do espírito, todo o bem que pudermos fazer contarão em nossa consciência, em nosso retorno à verdadeira Pátria a espiritual.

No ESE cap II item 8 temos o depoimento de um espírito sobre a sua dor ao chegar ao plano espiritual e perceber o tempo perdido, interessante se pudermos depois chegar em nossas casas e ler esse trecho do evangelho do qual vamos tirar apenas um pequeno trecho onde ele nos diz o seguinte:

Para se preparar um lugar neste reino (o dos céus), é preciso a abnegação, a humildade, a caridade em toda a sua prática celeste, a benevolência para com todos; não se nos pergunta o que fostes, que posição ocupastes, mas o bem que haveis feito, as lágrimas que enxugastes.

Para finalizarmos trouxemos uma pequena mensagem para refletirmos:

“Não prefira o mais tarde ao agora no exercício do dever.
Entre a doação que você poderá fazer depois e o bem que pode fazer neste momento, há um espaço infinito que, talvez, você não preencha.
Não confie em que a desencarnação lhe oferecerá asas para grandes voos da caridade no céu do espírito.
Quem não se acostumou a caminhar no auxílio jamais planará no benefício.
Não requeira para o futuro os compromissos do presente.”