"Escrevemos nossas lições no caderno da consciência.
Nosso lápis se chama atitude.
Os familiares e amigos são a caixa de lápis de cor.
A borracha é o perdão.
Nosso uniforme escolar é o corpo físico.
A morte é o final de mais um ano letivo.
A reencarnação é a volta às aulas.
Um ano letivo, uma existência.
Os problemas são as provas escolares.
A melhor matéria : o amor." Adeilson Salles - PSIU!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
sábado, 23 de fevereiro de 2013
O Amor Permanece
"Não há abismo que o amor não possa encher. Deus, que é todo amor, não podia condenar á extinção o sentimento mais belo, o mais nobre de todos os que vibram no coração do homem. O amor é imortal como a própria alma." Leon Denis - O Problema do Ser, do Destino e da Dor
Não existe momento mais difícil em nossas em nossas vidas e nem dor mais lancinante do que a de ver partir, de retorno ao plano espiritual, aqueles que nos são extremamente caros ao coração, sejam eles pais, filhos, esposos, familiares ou amigos queridos.
Mas os elos de amor entre nós jamais se rompem, aqueles que se querem bem, se admiram e verdadeiramente se amam, falo de uma amor fraternal, um amor que transcende a questão meramente física e alcança os recônditos de nossas almas, permanecem ligados por laços que se estendem e se fortalecem na eternidade.
Onde quer que estejam nos diversos planos do mundo espiritual, os nossos queridos sentem nossa falta como nós aqui sentimos a deles. Se lhes é permitido, e se têm condições para tanto, eles continuam a velar por nós do outro lado da vida.
Eles sorriem e festejam as nossas alegrias e choram com as nossas dores, seguram as nossas mãos quando elas ficam trêmulas nos momentos difíceis. São eles, os nossos queridos do outro lado da vida, que nos guiam os passos, que nos sopram aos ouvidos aquela intuição num momento de perigo, ou que nos intuem onde procurar e encontrar a ajuda ou a solução necessária.
Alguns desses nossos 'anjos tutelares' são conhecidos nossos dessa encarnação, mas muitos deles são entes queridos de vidas anteriores. Nem sempre os membros de nossa família espiritual, aquela com quem temos laços de afeto e maior afinidade, podem reencarnar-se todos e nos acompanhar em nossa atual jornada terrena. Alguns permanecem no plano espiritual para preparar-se para as encarnações seguintes e velam por nós de lá.
O amor jamais se perde no espaço, jamais se extingue, nossas afinidades permanecem, algumas vezes esquecidas e abafadas pelo esquecimento da encarnação e a necessidade de criarmos outros laços a fim de aumentarmos nossa família espiritual, mas jamais se apaga.
Nunca, em momento algum, por mais que nos pareça, jamais estamos sós. Sempre ao nosso lado algum anjo querido vela por nós, por mais que a solidão pareça nos dominar, sempre estaremos cercados por aqueles que nos amam, aqui ou no plano espiritual. O Pai de infinita misericórdia a nenhum de seus filhos abandona.
“Abençoemos aqueles que se preocupam conosco, que nos amam, que nos atendem as necessidades... Valorizemos o amigo que nos socorre, que se interessa por nós, que nos escreve, que nos telefona para saber como estamos indo... A amizade é uma dádiva de Deus ... Mais tarde, haveremos de sentir falta daqueles que não nos deixam experimentar solidão.” Chico Xavier
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
O Poder de um Sorriso
"A capacidade de sorrir apesar das experiências dolorosas que te afligem é um sinalizador de que o amor te fortalece, de que há mais paz, mais amor e mais alegrias do que tristezas nas supostas perdas.
Sim, dores existem, quem não as vivencia neste mundo em que estás agora aprendendo?
Não imagines que todos os sorrisos estão isentos de lágrimas.
Muitas vezes eles são mais coloridos e brilhantes até mesmo porque estão salpicados de gotas que foram vertidas momentos antes.
Terás sempre duas escolhas: sucumbir ou resistir.
Se sucumbires, passarás pelas situações difíceis como se elas fossem a pior coisa que te acontece, dando-lhes mais valor do que todas as outras vivências felizes que já tiveste. Isto te derrota interiormente e, assim, cais antes mesmo de perceber que a tempestade vai passar.
Porém, podes dar provas de amor a ti mesmo e exemplos de coragem e superação aos que estão a tua volta se facearmos as dores e apresentares a todas elas um semblante menos carregado, um aspecto mais sereno, um sorriso, ainda que de vez em quando salpicado de lágrimas.
Sim, sorrir ajuda, alivia, te faz ver que a vida é oportunidade de crescimento muito mais ampla do que os momentos de dores e espinhos.
Sim, sorrir encoraja aqueles que amas e também te amam a continuar em busca da felicidade real.
Sim, sorrir ilumina a face e ilumina a vida fazendo que ela se apresenta a ti mais saborosa, mesmo que em alguns pontos tenha sabor acre ou apimentado, sempre vale a pena viver, sempre a felicidade que já conquistastes é maior do que as tristezas que se abatem sobre ti e te testam as forças e a coragem.
Sim, acreditar no poder de uma sorriso é distribuir um pouco mais de alegria aos que estão à tua volta e isso vai trazer alegrias ainda maiores, mesmo aos corações mais aturdidos.
Sim, sempre é bom sorrir.
Sim, sempre é bom amar. " Mancini - Conforto nas Dores da Alma
Sim, sorrir encoraja aqueles que amas e também te amam a continuar em busca da felicidade real.
Sim, sorrir ilumina a face e ilumina a vida fazendo que ela se apresenta a ti mais saborosa, mesmo que em alguns pontos tenha sabor acre ou apimentado, sempre vale a pena viver, sempre a felicidade que já conquistastes é maior do que as tristezas que se abatem sobre ti e te testam as forças e a coragem.
Sim, acreditar no poder de uma sorriso é distribuir um pouco mais de alegria aos que estão à tua volta e isso vai trazer alegrias ainda maiores, mesmo aos corações mais aturdidos.
Sim, sempre é bom sorrir.
Sim, sempre é bom amar. " Mancini - Conforto nas Dores da Alma
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Colhendo os Frutos
"O sofrimento, por si só, não muda ninguém. O que muda é o aprendizado que cada um é capaz de fazer diante da dor que que nos visita." De Lucca - Cura e Libertação
Assunto comum nos meios religiosos, sejam eles quais forem é a questão do sofrimento, da dor. A dor é sempre vista como meio de ascensão aos mundo mais elevados, e categorias angelicais e sublimes.
A dor ensina, é mestra suprema, dizem muitos filósofos...
Porém, importante ressaltar é que 'hai que saber sofrer!' O sofrimento que gera revolta contra as leis da vida, incompreensão, desejo de vingança, desespero, nada nos ensina. Pelo contrário, nos enrijece as fibras da alma, nos torna frios à dor alheia, pois focados em nosso próprio sofrimento, julgamo-nos as criaturas mais desgraçadas sobre a Terra. Fechados em nosso egoísmo, nossa revolta e tristeza nada enxergamos ao redor.
A dor que ensina, que aprimora, que nos burila a alma e aperfeiçoa é a dor que nos ensinou Jesus e tantos outros mártires. É a dor que se resigna, não de uma resignação passiva que nada faz para melhorar-se e para procurar reverter a situação, mas uma resignação que compreende.
Compreende que todos os reveses que sofremos foram plantados por nossas próprias mãos se não nessa, em alguma de nossas vidas anteriores. E como toda semeadura gera frutos, hoje colhemos os frutos amargos de nossa própria irresponsabilidade.
Aprender com a dor é fazer com que esse sofrimento nos torne mais solidários ao sofrimento alheio, é quando sabemos nos colocar no lugar do outro, porque nossa alma também já foi tomada de assalto por semelhante situação.
A dor que foi mestra nos torna benevolentes para com o próximo, mais compreensivos com a dor alheia e mais caridosos com aqueles que necessitam de nossas mãos.
E se de nossas dores não conseguirmos extrair esses resultados, se não nos tornarmos melhores, se através desse aprendizado não modificarmos as sementes que estamos hoje atirando sob o solo de nosso destino, certamente colheremos no futuro novas e mais cruciantes dores. Pois os frutos da revolta, do desespero, da descrença, da mágoa, do ódio, da vingança, serão sempre frutos amargos.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Para onde todos os caminhos levam...
"O homem do povo, nas horas de descanso, beberá nele a coragem moral. Compreenderá que a alma pode desenvolver-se tanto pela lide humilde como pela obra majestosa e que não se deve desprezar dever algum; que a inveja é irmã do ódio e que, muitas vezes, o ser é menos feliz no luxo que na mediocridade. O poderoso apenderá nele a bondade com o sentimento da solidariedade que a todos liga através de nossas vidas e pode obrigar-nos a voltar pequenos para adquirirmos as virtudes modestas. O cético achará nele a fé, o desanimado as esperanças duradouras e as resoluções viris; todos os que sofrem encontrarão a ideia profunda de que uma lei de justiça preside todas as coisas, de que não há, em nenhum domínio, efeito sem causa, parto sem dor, vitória sem combate, triunfo sem rudes esforços, mas que, acima de tudo, reina uma perfeita e majestosa sanção e que ninguém está abandonado por Deus, de que é uma parcela." León Denis - O Problema do Ser, do Destino e da Dor
Todos os caminhos de uma forma ou de outra nos levarão à evolução, ao Mestre que nos aguarda de braços abertos. O tempo que levaremos, os caminhos que teremos de cruzar, os espinhos que nos esfolarão os pés ou as flores que perfumarão nossos caminhos, são escolhas nossas, responsabilidade nossa.
Todos os caminhos de uma forma ou de outra nos levarão à evolução, ao Mestre que nos aguarda de braços abertos. O tempo que levaremos, os caminhos que teremos de cruzar, os espinhos que nos esfolarão os pés ou as flores que perfumarão nossos caminhos, são escolhas nossas, responsabilidade nossa.
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Psicologia da Caridade
Exposição baseada no capítulo "Psicologia da Caridade" do Livro da Esperança psicografia de Chico Xavier, pelo espírito Emmanuel.
Neste
capítulo do Livro da Esperança, Emmanuel faz uma análise da parábola do bom
samaritano que está lá no ESSE cap. XV item 2 e para acompanharmos esta análise
seria interessante relembrarmos a parábola contada por Jesus:
Um
homem, que descia de Jerusalém para Jericó, caiu em poder de ladrões, que o
despojaram, cobriram de ferimentos e se foram, deixando-o semimorto. -
Aconteceu em seguida que um sacerdote, descendo pelo mesmo caminho, o viu e
passou adiante. -Um levita, que também veio àquele lugar, tendo-o observado,
passou igualmente adiante. - Mas, um samaritano que viajava, chegando ao lugar
onde jazia aquele homem e tendo-o visto, foi tocado de compaixão. -
Aproximou-se dele, deitou-lhe óleo e vinho nas feridas e as pensou; depois,
pondo-o no seu cavalo, levou-o a uma hospedaria e cuidou dele. - No dia
seguinte tirou dois denários e os deu ao hospedeiro, dizendo: Trata muito bem
deste homem e tudo o que despenderes a mais, eu te pagarei quando regressar.
Acabamos
de passar por uma época de Natal, quando nossos corações ficam mais sensíveis a
dor do próximo, nos preocupamos mais com a dor do outro, com campanhas para que
todos passem um natal sem fome, sem miséria... Mas será que os necessitados só
precisam de nosso auxílio nessa época. Não sentirão eles fome e frio o ano
inteiro? Não terão necessidade da palavra amiga, do incentivo, da nossa atenção
o ano inteiro?
Quando
ocorrem tragédias que nos chocam, como terremotos, enchentes, tsunamis, ficamos
todos comovidos, e procuramos de certa forma auxiliar aqueles que estão
passando por momentos difíceis, a nossa solidariedade desperta. Mas serão
necessárias as tragédias para que a nossa solidariedade desperte? Não
enxergamos o necessitado diariamente ao nosso lado? No sinal, no hospital, no
asilo, no amigo enfermo, no idoso carente, na esposa ou esposo estressados? Não
necessitam todos estes de nosso auxilio diariamente?
Mas
nós continuamos agindo como o Levita e o Sacerdote, passamos ao lado daquele
que sofre e fingimos não enxergar, para não nos perturbarmos, para mantermos a
nossa paz, fingimos não ver o enfermo necessitado da nossa visita, o filho
perturbado no lar necessitando do nosso conselho, até que a situação se torne
insustentável...
O
Samaritano, que não era muito bem visto na época, pois não seguia os costumes
religiosos vigentes, auxiliou sem perguntar a quem e sem fazer alarde. E nós?
Como temos agido quando auxiliamos, será que não gostamos de aparecer naquela
foto para mostrar que estamos fazendo o bem? Será que o estamos fazendo
desinteressadamente ou buscamos o aplauso alheio para as nossas boas ações? Não
estaremos barganhando com a nossa caridade?
O
Samaritano nada perguntou ao homem que auxiliou, não quis saber por que ele
encontrava-se naquela situação, nem quais eram seus antecedentes, suas ações,
seus credos, ou o que seja, apenas estendeu a mão e auxiliou.
E
nós o que costumamos fazer aos caídos que levantamos, normalmente apontamos
seus erros e até utilizamos aquela velha frase: “eu avisei, eu sabia que isso
iria acontecer”. Auxiliamos sim, mas humilhamos aquele a quem estendemos a mão,
como se nunca errássemos, como se muitas vezes não fossemos também nós os
necessitados de uma mão amiga a nos levantar no caminho.
No
livro Saúde Mental nos aconselha o Dr. Inácio Ferreira: “Amenizemos o peso do fardo sobre os ombros alheios sem a menor censura
à invigilância de quem o transporta, porque, também para nós, chegará o momento
em que, mesmo bem-intencionada, a palavra de recriminação de quem auxilia será
como receber um tapa no rosto.”
O
Samaritano não deu apenas o dinheiro ao necessitado, ele deu também de si, de
seu cuidado, de seu carinho, tratando pessoalmente de seus machucados. Não
apenas a caridade material se faz necessária em nossas vidas. Ela é importante
sim, aplacar a fome, a necessidade do outro é fundamental, mas esse prato de
comida pode vir acompanhado de um sorriso, de uma conversa amiga. A roupa que
doamos, que não nos interessa mais pode vir com o cuidado da limpeza, do pregar
aquele botão ou fazer aquele remendo, para que o outro o receba em condições.
E
muitas vezes pode ser que o necessitado ao nosso redor o seja muito mais de
amor, de uma palavra, de um conselho e até de uma prece. É a caridade moral,
que nada nos custa, a não ser nossa boa vontade, é quando damos de nós mesmos.
Hammed
no Livro Prazeres da Alma nos diz que “Um
olhar atencioso e um abraço carinhoso curam mais do que inúmeras caixas de
remédio.”
Mas
para praticar essa caridade se faz necessário que estejamos atentos, atentos
aqueles que estão ao nosso redor, porque muitas vezes na correria do dia-a-dia
não enxergamos as chagas morais que o companheiro traz em seu coração, as dores
que traz na alma. E que poderíamos auxiliar se deixássemos de olhar 24 horas
por dia para o nosso próprio umbigo e olhássemos para o lado por alguns
minutos.
Quando
voltarmos para o plano espiritual e revermos nossas vidas, vamos ficar
estarrecidos de quantas vezes a dor do semelhante nos solicitou a presença de
maneira discreta, mas não percebemos...
O
Samaritano auxiliou e passou, não perguntou quem era o seu próximo, não
esperou-lhe retribuição nem gratidão. Não era necessário. A verdadeira caridade
auxilia e segue. Sem se iludir sobre si mesmo, acreditando-se a melhor criatura
da terra, consciente de que somos todos necessitados e imperfeitos e que aqui
estamos para acudirmo-nos uns aos outros. Para fazermos pelos outros aquilo que
quereríamos que os outros fizessem por nós, tal como está lá no ESSE cap. XI
item 4.
Para
encerrarmos trouxemos uma pequena história do Livro Atravessando a Rua de Richard Sominetti que nos conta assim:
Argemiro
deixou o centro ao final da reunião vespertina de domingo. Era um dos
expositores, especializado em temas evangélicos, exaltando, com frequência, os
valores da fraternidade e do trabalho em benefício do próximo.
De
retorno ao se lar, em edifício de apartamentos, veio-lhe a mente a lembrança de
um vizinho, rapaz solitário e introvertido que frequentava, eventualmente, as
reuniões de assistência. Precisava de ajuda. Não estava bem emocionalmente.
Desajustado, certamente sofria a influência de obsessores desencarnados.
Poderia visitá-lo. Olhou o relógio: dezesseis horas. Muito tarde! Estava
cansado e havia um filme interessante na televisão...
Entrando no prédio, passou diante do
apartamento do rapaz. A porta estava entreaberta. E se batesse, só para um alô?
Argemiro relutava. Queria repousar. Além do mais, sairia à noite. O papo
ligeiro acabaria estendendo-se, atravessando seu passeio. Ficaria para outro
dia...
Entrou em seu próprio apartamento.
Ligou a televisão, retirou um refrigerante da geladeira e, refestelando-se no
sofá, suspirou feliz... Ah! As delícias de um fim de domingo tranquilo, sem
nenhuma preocupação!...
Entretanto, o vizinho não lhe saia
da cabeça: bem que poderia procurá-lo, fazendo-o sentir que havia alguém que se
interessava por seu bem-estar. O moço precisava de amigos...
“Não e não!” – afirmou categórico
para si mesmo – “Há algum obsessor querendo perturbar meu repouso! Mas não
conseguirá!”
E mergulhou no programa de
televisão, sorvendo, preguiçoso, a bebida. O sono chegou de mansinho.
Reclinou-se e dormiu. Teve sonhos confusos, com cenas de ambulância e viaturas
de policiais trafegando ao som de estridentes sirenes. Despertou, inquieto, às
dezenove horas. Banhou-se, tomou leve refeição e saiu.
À porta do prédio percebeu um
ajuntamento de pessoas. Viatura policial e ambulância estavam de saída. Levavam
um cadáver. Seu vizinho suicidara-se exatamente naquele espaço de tempo em que
Argemiro, postado diante da televisão, resistia ao impulso de visitá-lo.
A intenção do suicídio dispara
alarmes no plano espiritual, mobilizando familiares, amigos e orientadores
espirituais que, com recursos ao seu alcance, tentam demover seus tutelados do
gesto desesperado...
A grande dificuldade dos benfeitores
do além é que dependem de instrumentos de boa vontade entre os homens. E estes
nem sempre estão dispostos a atender seus apelos. Há a televisão, os
compromissos sociais, os lazeres intransferíveis, a insuperável vocação para o
repouso.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Ante as Visitas Indesejáveis
"Se a tristeza te visitar, apresenta-lhe a tua face mais feliz, o teu sorriso mais cristalino e logo ela se sentirá uma visita inconveniente e irá embora.
Se a solidão te visitar, apresenta-lhe a tua lista de amigos, teus amores verdadeiros e ela logo se dará conta de que tua casa íntima está repleta e que não há espaço vazio que ela possa ocupar.
Se a preguiça te visitar, apresenta-lhe a tua agenda de tarefas para aquele dia, mostra a ela que todas as tuas horas estão ocupadas com atividades construtivas e que te dão prazer e logo ela irá perceber que não terá como marcar hora para uma entrevista contigo neste ou em qualquer outro dia.
Se o desânimo te visitar apresenta-lhe a tua mais completa disposição para agir no bem, fazer o bem e ocupar cada instante da tua visa com ações e logo ele terá que se retirar, pois não encontrará abrigo em uma casa que é permanentemente agitada pelo bem fazer e o bem viver.
Mas, se o amor te visitar, se a alegria bater à tua porta, se a coragem vier te ver, se a disposição de servir te convidar a um passeio, acolhe-os e compartilha com eles os teus dias, estes visitantes são todos mensageiros da visita que mais esperas e que, no entanto, terás que ir ao encontro dela todos os dias, eles são os mensageiros da felicidade." Mancini - Conforto nas Dores da Alma
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