Nova postagem no blog próximo sábado

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Rogativa

Faço minhas as palavras da querida Modesta:
   "Quero o Senhor a me dirigir os passos... Em tudo quanto faça, quero estar com Ele! Ah, como é difícil verificar, em nós, o contraste que existe - quando me sinto entre a luz porque anseio e as trevas em que me demoro! - Senhor, não me deixes, peço-Te, entregue a mim mesma; nunca mais quero decidir por mim os meus caminhos!... Tange-me, de mansinho, para o Teu aprisco, como o tens feito com as almas rebeldes e recalcitrantes qual a minha!...
   Não, Senhor, agora que Te encontrei, no espiritismo cristão, não quero mais me apartar de Ti!... Longe de Ti, são ásperos os caminhos, que se fazem repletos de estranhos e perigosos atalhos... Faze-me retroceder, sempre que ouse um passo em falso na senda que nos traçaste!" Maria Modesto Cravo

terça-feira, 31 de julho de 2012

Outra vez a Mesma História...

   "Todo movimento sutil ou declarado de exclusão, de não acolhimento da diferença e do diferente, é atitude sintonizada com o mal, constituindo alimento ao movimento social marcado pela intolerância e pela violência." Andrei Moreira - Homossexualidade uma visão espírita

   Acompanhando os jogos olímpicos de Londres 2012 e as notícias e repercussões a respeito, mais uma vez me deparo com  a questão do preconceito.

   E me pergunto: 'Senhor, como é possível em pleno século 21, ano de 2012, num mundo inteiramente globalizado, onde os meios de comunicação unem todas as partes do planeta numa velocidade absurda, o ser humano ainda ser vítima de preconceitos raciais, sociais, sexuais e etc?'

   São jovens, o futuro da humanidade, em jogos que deveriam unir as diversas partes do planeta, em clima de camaradagem e o que vemos? Jovens racistas, que tratam o diferente como aberração e tornam esses pensamentos e valores distorcidos públicos em redes sociais...

   Até quando um ser humano será vítima do preconceito e da ignorância do seu semelhante? Quando entenderemos que fazemos parte de uma unica raça: a raça humana. E mesmo sendo raça humana racional isso não nos dá o direito de nos julgarmos superiores a qualquer outra 'raça' muito menos dentro de nossa própria raça: a humana.

   Quando compreenderemos que somos todos espíritos imortais em busca da evolução e portanto parte da grande família que habita a Terra? E que por hora encarnamos ocidentais, ora orientais, ora asiáticos, ora africanos, porque é necessário que aprendamos todas as culturas, é necessário que vivenciemos todas as possibilidades.

   E se hoje meu cabelo é loiro e meus olhos são azuis num próximo momento vou renascer amarelo e de olhos puxados (que é o meu caso e adoro isso), outro momento vou renascer com a pele negra e os cabelos cacheados e em outro momento vou renascer miscigenado, com meus olhos azuis e a pela escura (o que é de uma beleza fascinante)... no futuro não teremos cor, tipo de cabelo ou cor de olhos, por que o espírito não o tem. E como espíritos, criados todos simples e ignorantes, somos todos iguais!!

   E se hoje o espírito renasceu em uma nação dita desenvolvida, que lhe proporciona condições de vida material confortável, isso tem uma razão de ser, e esta não é para que nos sintamos superiores aos demais, mas para que aprendamos a estender a mão àqueles que mais necessitam!!

“Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saaciados. Bem-aventurados os que sofrem perseguição pela justiça, porque o reino dos céus é para eles.” – Mateus. (cap. V, v 4,6 e 10)

“Mas ai de vós, ricos! porque tendes vossa consolação neste mundo. Ai de vós que estais saciados, porque tereis fome. Ai de vós que rides agora, porque sereis reduzidos ao pranto e às lágrimas” – Lucas. (cap. VI, v 24,25)



sábado, 28 de julho de 2012

Tolerato de Paciência

   "O homem ansioso é como um viajante que viaja em um trem, com uma mala bem pesada em suas mãos. Em vez de colocá-la no assoalho do vagão, teima em carregá-la. Desçamos as malas e nos empenhemos em viver bem o presente, para que sejamos felizes no futuro. A ansiedade não resolve problema algum. Ao contrário, somente o agrava." Cavalcanti - Sândalo

   Vivemos atualmente como o homem do trem que carrega sua mala nervosamente quando poderia confiar na Providência largando-a ao chão e confiando.

   Dia após dia, semana após semanas, ano após ano corremos o tempo todo, carregando nossos problemas materiais e muitas vezes insignificantes e que nos tomam todo o tempo. Ansiosos não conseguimos dedicar nem 10 minutos de nossos dias aos momentos de reflexão e acabamos por perder momentos maravilhosos, aqueles com os quais mais aprendemos e que são os que realmente nos lembraremos quando voltarmos o olhar sobre os nossos passos.

   Momentos de alegria e de paz junto aos entes queridos que nos compartilham o lar através da conversa amiga, do abraço e do afago. Momentos de descontração com o bichano que nos ronrona aos pés solicitando nossa atenção, um carinho, um afago. Momentos de leitura edificante que nos enriquecem o espírito.

   Precisamos utilizar em nosso dia-a-dia, com as nossas angústias, ansiedades e problemas diários um medicamento chamado: Tolerato de Paciência

Tolerado de Paciência
Indicações: Para todos os tipos de dores, angústias, ansiedades, para qualquer tipo de descontrole emocional e também para evitá-los
Posologia: Pode ser administrado várias vezes por dia, mesmo em jejum e após as refeições. Se necessário, pode ser utilizado durante as refeições. No trabalho é permitido e aconselhado seu uso. No trânsito é recomendado seu uso a todo momento, inclusive quando estiver ao volante. Liberado para uso na gestação. Pode ser utilizado com outros tipos de medicamentos aos quais possivelmente virá a substituir no futuro.
Efeitos Colaterais: Podem gerar sorrisos espontâneos, gestos de carinho e gentileza. Pedidos de desculpas e agradecimentos inesperados também poderão surgir. Costuma gerar dias maiores que 24 horas.

   Porém o medicamento acima não pode ser encontrado em drogarias, nem mesmo aquelas de manipulação. O mesmo deve ser cultivado, manipulado dentro de cada um de nós. E após a primeira fabricação as demais se tornam muito mais fáceis....

terça-feira, 24 de julho de 2012

Inteligência


   "A inteligência em si mesma é neutra, o que significa que tanto pode ser usada nas arquiteturas do bem como nas deformadas construções do mal. Ela pode ser a instrumentação de um espírito maquiavélico , voltado para tenebrosas maquinações, como devotar-se de tal maneira à propagação do bem que deixará atrás de si, por onde passar, a marca do amor fraterno e da felicidade." Hermínio Miranda - Nossos Filhos são Espíritos


   A inteligência do ser imortal, do espírito, seu progresso intelectual é independente de seu progresso moral. Logo, um espírito pode ser moralmente evoluído e não ser tão evoluído intelectualmente, da mesma forma, pode ser intelectualmente evoluído e possuir pouca evolução moral, igualmente é possível, e desejável, a evolução em ambos os sentidos no mesmo grau.

   Muitos foram os espíritos, grandes intelectuais, que na história da humanidade foram precursores no trabalho do bem, desenvolveram o progresso e o bem-estar da humanidade através de máquinas, descobertas, vacinas, curas, e outros tantos benefícios.

   Infelizmente, muitos outros utilizaram sua inteligência nos caminhos do mal, desviando-se de suas missões, escolhendo pelo seu próprio livre-arbítrio o caminho espinhoso das responsabilidades que certamente serão colhidas da semeadura que fizeram. Assim criaram-se as bombas, as armas (físicas e químicas), insuflaram-se as guerras... Tudo comandado por inteligências desviadas do caminho do bem.

   Outros, bem intencionados, viram suas invenções serem usadas para o mal que não premeditaram, podemos aqui citar Santos Dumont que quase perdeu o juízo ao ver sua obra prima, o avião, ser utilizado em ataques aéreos durante a primeira guerra mundial. Por que isso ocorreu? Estamos num planeta de provas e expiações, e portanto sujeitos ao que as inteligências que nele habitam possam vir a fazer uso do progresso. Injustiça? Certamente não, apenas mais uma forma de progresso a este espírito...

   Por que Deus permite isso ocorra? Para o nosso próprio progresso, para que aprendamos a distinguir o bem do mal. Além disso, Deus e a espiritualidade superior não interferem no livre-arbítrio de cada um, deixam-nos com nossas escolhas, pois um dia colheremos seus frutos amargos ou doces.

"O progresso moral é sempre acompanhado do intelectual?
– É sua conseqüência, mas nem sempre o segue imediatamente." Questão 780 do Livro dos Espíritos

"Como o avanço intelectual pode gerar o progresso moral?
– Ao fazer compreender o bem e o mal; o homem, então, pode escolher. O desenvolvimento do livre-arbítrio segue o da inteligência e aumenta a responsabilidade dos seus atos." Questão 780a do Livros dos Espíritos

   Mais sobre a história de Santos Dumont: Leia "Ícaro Redimido" pelo espírito Adamastor

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Medo é normal?

   Admiro meus colegas que possuem mediunidade de clarividência. É algo fantástico, um dom incrível onde é possível ver, como se encarnados estivessem, os espíritos desencarnados.

   Mas confesso que é um dom que jamais sonhei pra mim. Por que? Porque tenho medo.

   Deixem-me contar algo engraçado... temos em casa um cabide daqueles de chão que se penduram várias coisas, outro dia meu marido praticamente vestiu o cabide com moletom, boné e tudo, ao passar distraída pelo mesmo à meia luz quase morri do coração... cheguei a chorar mesmo, pensando ter visto "alguém". sabia que não era o meu marido pois ele estava no quarto, era apenas o cabide...

   Logo, ele me veio com esta... "Como podes ter medo? Não és espírita?"
Fiquei sem resposta... 

   Tenho medo, porque nunca sabemos o que realmente pode ser visto. Sabemos que em nosso nível evolutivo estamos muito mais próximos daqueles que estão menos evoluídos do que dos seres angelicais... portanto, o que seria mais natural vermos? Acho que tá explicado meu medo...

   Coincidentemente, no sábado a noite no nosso Recanto de Luz sentada ao lado da Iara aguardando a exposição, ambas liamos nossos livros e ela me mostra um parágrafo que dizia mais ou menos assim: "Os espíritas fogem do 'inferno' quando deveriam trabalhar nele!"

   Fica a reflexão... eu? Bom, eu ainda não criei coragem, continuo fugindo... E vocês meus amigos o que me dizem?

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Dependurada

   Nossos amigos espirituais utilizam conosco uma expressão engraçada para quando tivermos algum problema  que "puxemos a cordinha" e logo eles virão em nosso socorro.

   Há pouco passava por um momento de aflição, e por isso novo sumiço do blog, lembrava o tempo todo dessa expressão e orava solicitando a ajuda dos benfeitores. Graças aos auxílios recebidos tudo não passou de um susto, talvez para que eu aprenda a cuidar melhor do que realmente tem valor.

   E ontem após acalmada a tempestade, quando um belo arco-iris descobria-se no céu azul de minhas pré-ocupações parei para pensar no trabalho desses amigos socorristas, que estão sempre a cuidar de nós e de nossos descasos. Pois somos nós mesmos quem plantamos nossas dores e depois aflitos, imploramos aos céus que nos ajudem a resolver os enroscos que nós mesmos fizemos.

   Me perguntei se não vivo a incomodar os amigos, sempre tão solícitos, e conclui que nos momentos de aflição, não apenas "puxo a cordinha", mas literalmente me penduro nela, confiante de que tudo dará certo no final e que se não der certo é porque não chegou ainda o final.

   Por mais que estudemos, procuremos compreender, nunca estamos preparados realmente para a dor. Dor que nos burila e aperfeiçoa, mas quem de nós quer essa mestra ao seu lado? 

   Nos dizem os amigos que é possível também aprender pelo amor, e por isso peço a oportunidade sempre de utilizar esse caminho, e que se em algum momento o caminho da Mestra implacável me for a medida certa, que os amigos me amparem...

   "Tem dias em que Deus caminha a meu lado... tem outros dias em que ele me carrega em seus braços".


domingo, 15 de julho de 2012

Na Presença do Cristo


Exposição baseada no capítulo do Livros da Esperança do espírito Emmanuel psicografia de Chico Xavier.

Quem de nós não gostaria de nos encontrarmos um dia, nem que fosse por um mísero minuto na presença de Jesus, vê-lo, ouvir a sua voz, sentir sua mão amiga?

A maioria de nós deve conhecer a história de Zaqueu. Zaqueu era o chefe dos publicanos que eram os cobradores de impostos na época de Jesus e que trabalhavam para os romanos e na maior parte das vezes enriqueciam extorquindo o povo. A riqueza de Zaqueu vinha da extorsão e da opressão dos pobres. Mas Zaqueu havia ouvido falar de Jesus e de certa forma sentia-se cansado do mal, e fez todo o possível para ver Jesus quando este passou pela cidade. No meio da multidão subiu numa árvore para poder enxergá-lo e Jesus vendo-o disse-lhe que naquela noite ficaria em sua casa. Mas Zaque sabia que não era digno de estar na presença do Cristo, mas a partir daquele momento tudo fez para tornar-se digno.

Da mesma forma que Zaqueu nós também não nos acreditamos dignos de estar na presença do Cristo, podemos não ganhar nosso pão de cada dia através da extorsão como ele fazia, mas temos centenas, milhares de outras falhas de caráter, defeitos que nos tornam a nossos olhos indignos dele.

Mas Jesus nunca disse que aqueles que o seguiam e que queriam estar na presença dele precisavam naquele momento ser perfeitos, mas buscar a perfeição.

E em muitos trechos do Evangelho Jesus nos disse como poderíamos nos encontrar com ele, estarmos na sua presença.

No livro Saúde Mental o espírito Dr. Inácio Ferreira nos diz o seguinte: “Jesus não se oculta de quem, verdadeiramente, o procura. Se o homem, porém, não o encontra, é porque não sabe localizar o seu paradeiro. Ao longo dos séculos, todos aqueles que buscaram o Divino Mestre sempre com ele se depararam nos caminhos dos quais jamais se arredou... É evidente que o Cristo não se demora onde dele não precisam ou mesmo não queiram sua presença. Inútil, pois, tentar achá-lo apenas e tão-somente nos livros que lhes resguardam as palavra ou ainda nos diversos templos que lhe reverenciam a memória. Quando ele esteve entre os homens, quais eram os seus lugares preferidos?”

Quais eram os lugares onde se encontrava Jesus a sua época?
Ao lado dos mais pobres e mais simples, pescadores humildes, mas puros de coração e nós temos procurado estas companhias para nós aqueles que nos afinizamos pelos sentimentos e pelo coração ou preferimos a companhia daqueles que podem nos dar status social?

Jesus estava ao lado da mulher pecadora, dos pecadores orientando-os para que não agissem mais no mal, mostrando-lhes o caminho do bem através do perdão, do não julgamento e de uma nova oportunidade e nós o que fazemos com aqueles que conosco agem de forma errada? Julgamos, condenamos, não perdoamos, buscamos a distância ou cultivamos a mágoa e o resentimento sem a menor possibilidade de conceder-lhes uma nova oportunidade ou uma orientação no caminho do bem.

Jesus estava ao lado dos doentes, daqueles que sofriam e que eram relegados pela sociedade, dos que tinham fome e frio. E nós o que fazemos com estes nossos irmãos? Passamos ao lado indiferentes, fechamos nossa porta ao pedinte, ao órfão, àquele que tem fome de comida e de afeto, de uma palavra amiga. Esquecemos ou protelamos indefinidamente a visita ao parente enfermo ou idoso, pois seria entediante ouvi-lo queixar-se de suas dores ou contar aqueles mesmas histórias novamente pois a idade não permite que ele se lembre de que é a 100º vez que nos conta sobre quando veio de Portugal para o Brasil.

Quantos encontraram Jesus junto aos sofredores? Madre Tereza de Calcutá ao banhar os leprosos e alimentar os famintos estava na presença do Cristo. Chico Xavier ao fazer a sopa e distribuir o pão aos que tinham fome ou as cartas de consolo às mães devassadas pela perda dos filhos estava na presença do Cristo e tantos outros...

No ESE Cap. XXIV item 11 nos contam os espíritos amigos que: “Jesus, estando à mesa na casa de Mateus, aí vieram muito publicanos e pessoas de má vida que se assentaram à mesa com Jesus e seus discípulos; o que os fariseus tendo visto, disseram aos seus discípulos: Por que o vosso mestre come com os publicanos e as pessoas de má vida? Mas Jesus, os tendo ouvido, disse-lhes: Os sãos não tem necessidade de médico, mas os doentes.”

Não precisamos ser Madre Tereza ou Chico Xavier para estarmos na presença do Cristo, mas estaremos na presença dele toda vez que exercitarmos a paciência no lar, toda vez que instruirmos nossos filhos com carinho e compreensão, toda vez que tivermos paciência com o parente enfermo, toda vez que doarmos não apenas um pedaço de pão ao necessitado, mas também uma palavra amiga ou um simples sorriso ou um gesto de gentileza.

Estaremos na presença do Cristo quando exercitarmos não apenas a caridade material doando aquilo que não nos fará falta, mas também a caridade moral, dedicando um pouco de nós para os carentes de afeto, um pouco do nosso tempo para aquele que sofre e que pode estar a um passo de um ato impensado porque não escutou uma palavra amiga.

Estaremos na presença do Cristo sempre que orarmos de coração e não pedirmos apenas por nós, mas por aqueles que necessitam mais do que nós.

No ESE Cap XV item 1 nos contam os benfeitores: “Então Jesus dirá aqueles que estão a sua direita: Vinde vós que fostes benditos por meu Pai, porque eu tive fome e me deste de comer; tive sede e me deste de beber; tive necessidade de alojamento e me alojastes; estive nu e  me vestistes; estive doente e me visitastes; estive na prisão e viestes me ver.
Então os justos lhe responderão: Senhor, quando foi que vos vimos com fome e vos demos de comer, ou com sede e vos demos de beber? Quando foi que vos vimos sem teto e vos alojamos, ou sem roupa e vos vestimos? E quando foi que vos vimos doente ou na prisão e viemos vos visitar? E ele lhes responderá: Eu vos digo em verdade, quantas vezes o fizestes com relação a um destes mais pequenos de meus irmãos , foi a mim mesmo que o fizestes.”

É aí que Jesus sempre esteve e sempre estará e nenhum de nós precisa ser perfeito para estar com ele ao lado do nosso próximo.

E Emmanuel encerra o capítulo com a seguinte frase com a qual gostaríamos de também encerrar esta nossa exposição: “Companheiro da Terra, quando estendes uma palavra consoladora ou um abraço fraterno, uma gota de bálsamo ou uma concha de sopa, aliviando os que choram, estás diante deles, na presença do Cristo.”