Nova postagem no blog próximo sábado

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Terapia Anti-Queixa

   Estou lendo um livro fantástico intitulado "Terapia Anti-Queixa", o autor é Roosevelt. Cada página, uma bofetada! Um livro bem humorado para aprender a não reclamar da vida... 

   Vou precisar reler, pelo menos, a cada seis meses. Toda vez que  reclamo, lembro do livro.

   Recomendo a leitura, pelo menos uma vez por ano, para aprendermos a nos livrar desse vício, desse mau hábito que é a queixa.

   E mesmo assim hoje já reclamei do vento, já reclamei do calor, ao menos me dou conta da reclamação e tento controlar! E juro que só por hoje não reclamei da secretária, o que diminui em 50% as minhas queixas diárias hehehehehe

   Preciso continuar lendo... e reler... e reler... e reler...

   Àqueles que irão se aventurar uma boa leitura e aos que não se interessarem que depois não se queixem!!!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

União a Dois

Hoje compartilho uma mensagem de Emmanuel que me chegou por e-mail:


"Quem disse, porém, que a concretização do matrimônio é felicidade estruturada a toques de figurino, não atingiu a realidade.

A união a dois, no culto da afinidade ou na execução de tarefas mais amplas da família, é um encargo honroso, qual sucede a tantas obrigações dignas. Nem por isso deixa de ser trabalho por efetuar. E trabalho tão importante que, não sendo possível a um coração apenas, foi preciso reunir dois para realizá-lo.

Quando um companheiro delibera empreender certa pesquisa, ou se outro abraça determinada profissão, não nos aventuramos a iludi-los com visões de felicidade imaginária. Ao invés disso, reconhecemos que escolheram laborioso caminho de serviço em que lhes auguramos o êxito desejado.

De igual modo, o casamento não é construção sem bases, espécie de palácio feito sob medida para os moradores.

Entre os cônjuges é imperioso que um aprenda a compreender o outro, de maneira a desenvolver as qualidades nobres que o outro possua, transformando-lhe consequentemente as possíveis tendências menos felizes em aspirações à vida melhor.

Claramente, todos temos vinculações profundas, idiossincrasias, frustrações e dificuldades. A reencarnação nos informa com segurança quanto a isso, indicando para que lados gravitam em família, segundo os mecanismos da vida que a experiência terrestre nos induz a reajustar.

Em razão disso, todo par e toda organização doméstica revelam regiões nevrálgicas entretecidas de problemas que é preciso saber contornar, a fim de que o futuro nos traga as soluções da harmonia irreversível.

Se te encontras ao lado de alguém, sob regime de compromisso afetivo, não exijas de imediato a esse alguém a apresentação dos recursos de que ainda necessite para ser aos teus olhos a companhia perfeita que esperavas encontrar entre as paredes domésticas. Nem queiras que esse alguém raciocine com os teus pensamentos, porquanto a ninguém é lícito reclamar de outrem aquilo que ainda não consegue fazer.

Se não desejas receber nos próprios ombros a cabeça de quem abraçou contigo as responsabilidades da união a dois, é mais que natural não possas impor a própria cabeça aos ombros da criatura a quem prometeste carinho e dedicação.

Todos somos filhos de Deus.

O matrimônio é obrigação que os interessados assumem livremente e de que prestarão justa conta um ao outro. Conquanto isso, o casamento não funde as pessoas que o integram. Por isto mesmo a união a dois, além da complementação realizada, recorda a lavoura e a construção: cada cônjuge colhe o que plantou, tanto quanto dispõe do que fez."

   Bela mensagem que nos faz refletir sobre a importância da compreensão, da tolerância e da aceitação do outro com suas virtudes e seus defeitos, pois nós também temos os nossos. Nenhum de nós, aqui neste planeta de provas e expiações, somos perfeitos, se o fôssemos não mais estaríamos aqui, mas em mundos mais evoluídos.

   Por mais que estejamos unidos a alguém a quem amamos, somos todos individualidades, e não deixaremos de ser, a ideia não é encontrarmos alguém que nos complete, pois somos completos, mas alguém com quem possamos partilhar, aprender, ensinar, pois imperfeitos, aprendemos uns com os outros diariamente.

   E por mais que estudemos e busquemos nos melhorarmos, são muitas as vezes em que tropeçamos e voltamos a cair em erros antigos, todos nós. Não nos cabe, portanto, exigir do outro aquilo para o qual ainda não se encontra preparado e muitas vezes nem nós mesmos estamos, nos cabe apenas entender o outro e suas dificuldades procurando observar-lhe mais as virtudes que assim como os defeitos, também são inúmeras...

domingo, 8 de janeiro de 2012

Quem corre por gosto não cansa...


Corro... porque gosto!!

Um dos meus mais recentes hobbies é correr, hoje posso dizer que corro porque gosto, gosto de sentir o vento no rosto, o contato com a natureza, a respiração acelerada, o sangue pulsando, o corpo funcionando... é sentir-se vivo e também parte do ambiente.
Hoje participei de uma belíssima prova do Navio Altair aos Molhes da Barra, tendo o mar e a natureza ao seu entorno como companhia e como paisagem, nada mais gratificante. 

A colocação, a competição, tudo isso fica em segundo plano frente à imensa beleza da nossa praia do Cassino e à companhia dos amigos praticantes desse esporte. 
Percebo que sou apenas um grão de areia na infinita beleza da criação.


"A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito"

sábado, 7 de janeiro de 2012

Toda a forma de amor

   Ontem, lendo o livro "Quando a Vida Responde" de J. Raul Teixeira, livro este composto por diversas perguntas, uma delas me chamou bastante a atenção, talvez por vir ao encontro do que eu penso a respeito do assunto. Decidi, por isso, compartilhá-la aqui no blog.

   "Como você vê a oficialização do casamento entre homossexuais e a adoção de filhos por parte deles?
   Consideramos que qualquer oficialização que se estabelece no mundo corresponde à formalização de situações que já existem ou que precisam ser normatizadas para evitar distorções nos julgamentos de diversificadas situações, em respeito ao conceito formal de justiça. Assim, se se fala de oficialização de casamentos entre pessoas do mesmo sexo, é que essas pessoas já estão se unindo, apesar de qualquer formalização, deparando-se a partir disso, com problemas cujas soluções exigem um pronunciamento da lei que regulamenta a vida de uma sociedade.
   Independentemente do nome que se deseje dar a essas uniões, a realidade é que tais uniões existem. Seus parceiros podem conviver pouco ou muito tempo juntos; podem fazer aquisições de variadas índoles em nome da dupla ou durante o período em que estão juntos . Como ficará, perante a sociedade organizada, a situação de um e de outro parceiro? Em caso de falecimento de um deles, há ou não direitos a pensões e outros benefícios, após uma vida passada em comum? Todos os quadros com os quais nos defrontamos e que tomam corpo na sociedade precisam ser estudados e disciplinados pela legislação.
   Não há como fazer vistas grossas e fazer de conta que tal fato não existe. Logo, não há como fugir dessa oficialização em nome de qualquer tradição ou preconceito, uma vez que os fatos aí estão, afrontando os tempo e exigindo um posicionamento oficial da autoridades, pois não há lei que possa impedir de fato que duas pessoas do mesmo sexo tenham vida em comum, que se entendam, que se cuidem e que se amem.
   No que respeita à adoção de filhos, estamos diante de uma questão de bom-senso. O que será melhor para uma criança: viver ao relento, ao abandono, sujeita a todos os perigos que inundam as ruas; em instituições que, por mais respeitáveis que sejam, não conseguem converter-se num lar para nenhuma criança abandonada, ou ser amparada pela generosidade e pelo carinho de duas pessoas do mesmo sexo e que vivem juntas? 
   O amor em si mesmo, não tem sexo, e é muito valorosa a atitude de quem quer que seja que se decida por adotar uma criança. Somente a hipocrisia ou a indiferença para com a criança órfã ou abandonada pode criar impedimentos para tal adoção."

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Foi de Coração...


   Assistia há pouco ao Jornal Hoje, quando uma reportagem me comoveu muito. Falava de um transplante de coração ocorrido entre um bebê de 1 ano e 9 meses que desencarnou no Rio de Janeiro para uma bebezinha de 1 ano e 8 meses de Brasília.

   Admirável o ato de amor ao próximo dessa família, mas principalmente dessa mãe, que em meio a dor de perder seu filhotinho, teve a compaixão com todas as outras mães que sofrem vendo seus filhos sofrerem.

  Por isso dizem que toda mãe tem um pouco de Maria, cujo coração não cabe apenas o Filho Amado mas que divide seu coração e amor de mãe com toda a Humanidade!!

   É preciso uma alta dose de altruísmo, solidariedade e generosa caridade cristã para transferir a própria vida, por nossa vontade, após nos despirmos das prisões da carne, ou consentir que um ente querido venha a compartilhar o dom da vida com alguém após um infortúnio.

   (...) Os transplantes, ligados intimamente que estão ao ato supremo das doações, surgiram como que para testar nossas virtudes de solidariedade humana, nosso altruísmo, nossa generosidade, nossa piedade, nossa compaixão, nossa filantropia, nossa benevolência, nossa bondade, nosso amor ao próximo, nosso espírito humanitário, nossa indulgência, nossa excelência moral, nossa grandeza de alma, nossa misericórdia, nosso espírito de socorro, amparo e auxílio e, sobretudo, a virtude mais decantada nos Evangelhos: o amor e a caridade”. (Folha de S.Paulo, A3, “Opinião”, 15 de maio de 2001).

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O Atleta de Quatro Patinhas

"Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãos do homem... Deus quer que ajudemos aos animais, se necessitam de ajuda. Toda criatura em desgraça tem o mesmo direito a ser protegida." - São Francisco de Assis

Hoje estávamos, o Kiko e eu, treinando na pista da FURG quando nos surpreendemos com um pequeno cãozinho vira latas que decidiu nos acompanhar no treino. 

Segundo o Kiko, ele fez uma volta inteira atrás de mim, a uma velocidade média de 13km/h, pace de 4:32, praticamente um atleta de quatro patinhas.

Lógico que depois de um tiro destes nosso amiguinho deitou-se para descansar na sombra, mas no fim do treino, quando estávamos troteando ao redor da pista, nosso amiguinho decidiu terminar também seu treino e nos acompanhou em duas voltas.

O Kiko me perguntou por que aqueles animaizinhos ficavam por ali, a resposta é simples, o pessoal os alimenta e muitas vezes os trata com bastante carinho e eles vão ficando, até que alguém se encante com eles e lhes deêm um lar.

Fiquei com pena de não ter nada comigo para dividir com o nosso amiguinho que nos fez companhia, tornando mais divertido nosso treinamento, mas na próxima semana se ele por lá estiver...

E como diz a frase de Francisco de Assis o Pai a nenhuma de suas criaturas desampara, quanto mais a esses pequeninos que alegram nossos dias!!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A Corrente do Bem


"As pessoas são irracionais, inconsequentes e egoístas. Ame-as assim mesmo.
Se você fizer o bem será acusado de ter obscuros motivos mesquinhos. Faça o bem assim mesmo.
O bem que se faz hoje será esquecido amanhã. Faça o bem assim mesmo.
Aquilo que você demorou anos para construir pode ser destruído em uma noite. Construa assim mesmo.
Dê ao mundo o melhor que você tem e baterão em você apesar disso. Dê ao mundo o melhor que você tem assim mesmo." Madre Teresa de Calcutá

   Fazer o bem é contagioso. Por que não tentar uma pequena ação por dia? Um simples gesto de gentileza ou de tolerância, compreensão, o resultado é mágico...
   O vídeo e a mensagem dizem tudo, fica a reflexão sobre a corrente do bem...